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Textos greco-romanos influenciaram futuros mapistas


Compreender o tamanho e a forma do Mundo já era um desafio para os gregos e os romanos da Antiguidade. As abordagens diferiam: os filosóficos gregos mediam o mundo pelas estrelas. Os romanos, construtores de estradas, por marcos terrestres. Veja os mapas

Como escreveu o geógrafo grego Estrabão na época: "Podemos aprender, pelas evidências de nossos sentidos e por nossas experiências, que o mundo habitado é uma ilha, pois sempre que os homens puderam chegar aos limites da terra encontrou-se mar, que chamamos de 'Oceanus'. Sempre que não pudermos aprender pela evidência dos sentidos, a razão apontará o caminho".

As palavras de Estrabão receberão os visitantes de uma nova exposição, "Medindo e Mapeando a Ciência: Conhecimento Geográfico na Antiguidade Greco-romana", no Instituto de Estudos do Mundo Antigo em Nova York, até 5 de janeiro. A exposição reúne mais de 40 objetos que dão uma visão geral do pensamento geográfico greco-romano -arte e cerâmica, assim como mapas baseados em textos clássicos.


Quase não sobreviveram mapas originais. Os da exposição foram criados na Idade Média e no Renascimento a partir de descrições gregas e romanas.
"A geografia não é só mapas", disse a curadora convidada, Roberta Casagrande-Kim. "Também há o lado cognitivo subjacente ao mapeamento", disse ela.
Platão escreveu sobre Sócrates ter dito que o mundo é grande e que aqueles que vivem entre Gibraltar e o Cáucaso -em seu imaginário- vivem "em uma pequena parte dele perto do mar, como formigas ou rãs perto de um lago, e que muitas outras pessoas vivem em muitas outras regiões parecidas".

Um dos primeiros avanços no pensamento grego foi a descoberta por Aristóteles, na segunda metade do século 4° a.C., de que o mundo devia ser esférico. Ele se baseou em observações de eclipses lunares, na forma que navios desapareciam no horizonte (primeiro pelo casco) e na mudança do campo estelar conforme se viaja para o norte ou para o sul.
Depois Eratóstenes, bibliotecário em Alexandria no século 3° a.C., empregou a nova geometria para medir o tamanho do mundo com ângulos simultâneos da sombra do sol tomados em locais muito distantes no Egito. Isso produziu uma medida notavelmente precisa da circunferência da Terra: ficou claro que o mundo que eles conheciam -Ásia, Europa e África- era apenas uma parte de terras desconhecidas.

Tanto os gregos quanto os romanos identificaram o frígido Círculo Ártico, o hemisfério setentrional temperado, o tórrido Trópico de Câncer, a zona temperada ao sul e o Polo Sul.
Na parede da primeira galeria está projetada uma réplica do mapa de Peutinger, com cerca de sete metros de comprimento e mais de 50 cm de altura, para ilustrar como o mapeamento romano era ao mesmo tempo prático e magnífico. Ele mostra as estradas, cidades, portos e fortes do império, da Grã-Bretanha à Índia. Desenhos de árvores marcam as florestas na Alemanha. A topografia é mínima, as estradas têm largura fora de escala, as cidades são indicadas por muros ou torres simbólicos.
Uma antiga cópia do mapa veio à luz no século 17 e foi propriedade durante anos de Konrad Peutinger, diplomata dos Habsburgo e colecionador de mapas. Hoje está na Biblioteca Nacional da Áustria, em Viena. Richard J. A. Talbert, historiador da Universidade da
Carolina do Norte, concluiu que o mapa, provavelmente criado no início do século 4°, pode ter sido feito para impressionar os súditos e os convidados do imperador.
O mais influente dos antigos gregos foi Cláudio Ptolomeu, o mais destacado estudioso da biblioteca de Alexandria no século 2°.
A "Geografia" de Ptolomeu forneceu ampla informação sobre localizações de antigas terras e cidades, permitindo que os cartógrafos do Renascimento preparassem os primeiros mapas razoavelmente modernos, o estilo mapa-múndi que foi seguido durante os séculos seguintes.
Até os erros de Ptolomeu foram importantes. Em vez de usar a estimativa mais precisa de Eratóstenes sobre o tamanho da Terra, Ptolomeu defendeu uma séria subestimativa, que mais tarde levou Colombo a pensar que, navegando para oeste, poderia chegar à China ou ao Japão.

Mas ele alcançou a terra que ficou conhecida como Índias Ocidentais -mais ou menos na distância que Ptolomeu o havia levado a esperar, mas sem um "Grande Khan" à vista.
Então talvez não seja coincidência que a redescoberta da geografia greco-romana tenha promovido a era de exploração ocidental. Depois de 1492, houve novos mundos a ser mapeados. Em dois séculos, lembram-nos as notas da exposição, "a primazia do antigo conhecimento geográfico e as convenções de mapeamento chegaram ao fim".
Novas descobertas e tecnologias haviam tornado obsoleta a geografia greco-romana. Mas sua influência ajudou a formar o modo como ainda vemos o mundo.

Em exposição em Nova York: no sentido horário, de cima para baixo, mapa de uma cópia da "Geografia" de Ptolomeu; cópia de "Comentário sobre o Apocalipse e o Livro de Daniel", do século 18; diagrama do sistema solar de um texto francês do século 16

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Sistema de Informação Geográfica como ferramenta estratégica

Lopes utiliza Sistema de Informação Geográfica como ferramenta estratégica na área de Inteligência de Mercado
Durante oito anos de investimentos, empresa tem garantia na entrega de dados precisos referentes à geolocalização
A Lopes, maior empresa de soluções integradas de intermediação, consultoria e promoção de financiamentos de imóveis do Brasil, vem utilizando, desde 2005, a tecnologia de inteligência geográfica da Imagem – líder no mercado de Sistemas de Informações Geográficas (GIS) – aplicada à área de inteligência de mercado. Investimentos com licença de software, base geográfica e colaboradores duraram cerca de oito anos, desde o início da implantação.
Cenário
Antes do uso de aplicações de geotecnologia, o quadro de negócio da Lopes tinha como base o vasto conhecimento mercadológico dos diretores em determinadas regiões para gerar análises de desenvolvimento de futuros projetos. Entretanto, os avanços do mercado exigiram maior precisão nas informações estratégicas.
“Com a profissionalização do setor, aquecimento do mercado e aumento da concorrência, houve a necessidade da elaboração de estudos mais específicos baseados em dados qualitativos e quantitativos”, explica Willian Rosalen, coordenador de GIS e Inteligência de Mercado da Lopes. Ele completa ainda que “Como o tema localização é essencial para o mercado imobiliário, o Geomarketing foi fundamental para evolução destes estudos”.
Atualmente, a aplicação GIS está centralizada em São Paulo no departamento de Inteligência de Mercado e atende a operação da Lopes em 10 estados, sendo eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Ceará - além do Distrito Federal.
Solução
A escolha da fornecedora da aplicação GIS foi realizada com base em critérios que avaliaram desempenho, assistência técnica, preço, interface amigável e layout dos mapas que a ferramenta apresenta. “Julgamos que o ArcGis-Imagem seria o sistema mais adequado – principalmente pelo layout –, uma vez que suas funcionalidades se sobressaem quando comparado a outras empresas do mercado”, afirma Rosalen.
Contratada como fornecedor dos serviços de geotecnologia, a Imagem atua no licenciamento, implantação e suporte dos softwares da Esri (empresa norte americana líder mundial no mercado de GIS e representada no Brasil com exclusividade pela Imagem) e a consolidação das bases de dados geográficos, além de oferecer conhecimentos técnicos sobre a tecnologia GIS aos profissionais da Lopes por meio de treinamento.
“O GIS aplicado ao negócio da Lopes possibilita análises mais precisas e auxilia nas estratégias para o ciclo que envolve compra de terreno e estudos para definir o melhor projeto durante as inaugurações, vendas e também no pós-venda”, explica Paulo Simão, Gerente do Segmento de Negócios da Imagem.
Resultados
Entre os principais resultados alcançados destacam-se a velocidade no acesso às informações e a assertividade que a geotecnologia proporciona nos diagnósticos. Esse fator se deve aos recursos de geoprocessamento que permitem – por meio do banco de dados reunido ao longo de 73 anos da empresa – prever em até 90% a área de influência de um empreendimento antes do seu lançamento. Além disso, é possível mapear parceiros, concorrentes e compradores em potencial, entre outras informações.
“A Lopes vai além da intermediação de vendas, enquanto imobiliária. Nosso grande diferencial é oferecer um serviço de consultoria do produto onde o incorporador pode contar com nossa inteligência de mercado aliada à geotecnologia, além de intermediar o empreendimento”, diz Rosalen. Como consequência, os benefícios estendem-se para incorporadores e clientes finais.
“No ano de 2012, mais de 210 empreendimentos imobiliários – aproximadamente 80 incorporadores – contaram com análises de geoprocessamento em suas estratégias de lançamento e vendas. Outro indicador importante para mensurar o resultado positivo do projeto é que no mesmo ano a aplicação GIS colaborou para produzir mais de 2400 mapas com inúmeras análises em todos os 11 estados em que a Lopes tem operações”, pontua Rosalen.
A empresa ainda conta com um serviço (a partir de um mapeamento integrado e geocolaboração da clientela da Lopes) em seu site que permite ao cliente final inserir o cep de seu imóvel e saber a média de valor por metro quadrado, serviço anteriormente realizado apenas mediante visita e avaliação de um consultor. Embora a ferramenta não substitua o profissional nessa etapa, agrega qualidade nos serviços por servir como filtro que agiliza o processo e direciona o cliente, evitando custos.

Colaboração

Informações para a imprensa
Medialink Comunicação - Fone: (11) 3817-2131
Cristine Bartchewsky, cristine.b@medialink.com.br


Profissionais de Pernambuco na tecnologia de GIS


Itep fecha parceria com Imagem para capacitar
profissionais de Pernambuco na tecnologia de GIS

Iniciativa ajudará a reduzir a escassez de mão de obra nesta área ao capacitar, por meio da Academia GIS, interessados em atuar com tecnologias de geoprocessamento

O Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) - centro de referência regional na oferta de soluções tecnológicas para modernizar o setor produtivo e auxiliar no desenvolvimento sustentável de Pernambuco e Região Nordeste – acaba de fechar uma parceria com a Imagem, líder no mercado latino-americano de Sistemas de Informações Geográficas (GIS), para capacitar nas tecnologias de GIS, profissionais do Itep e demais interessados no assunto. Também haverá difusão de conhecimento para professores e alunos do Mestrado em Tecnologia Ambiental do Itep.
Por meio de treinamentos da Academia GIS Imagem - único Centro de Treinamento no Brasil autorizado pela Esri, empresa líder mundial no desenvolvimento de softwares para geoprocessamento, os profissionais serão treinados por instrutores da Imagem altamente certificados pela Esri, que fornecerá ainda toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento de habilidades com softwares GIS e material didático oficial. “Parcerias como esta são essenciais para disseminarmos o conhecimento do GIS pelo Brasil. Temos este dever e, por isso, é uma grande satisfação fazer parte desta parceria”. Juliana Simão, Gerente da Academia GIS Imagem.
A partir dessa iniciativa, a Imagem reforça sua estratégia em difundir o conceito de GIS para o mercado brasileiro, contribuindo em paralelo na capacitação de novos profissionais nesta área. “Estamos investindo continuamente em parcerias com entidades de educação reconhecidas para habilitar cada vez mais profissionais. Com isso, contribuímos para diminuir a escassez de mão de obra dessa tecnologia”, comenta Gabriela Ippoliti, gerente de Parcerias e Educação na Imagem, ressaltando que o Itep é uma das mais prestigiadas instituições de ensino do estado.
Para o presidente do Itep, Frederico Montenegro, “a capacitação e certificação dos profissionais da Unidade de Geoinformação da instituição (UGEO) e a difusão do conhecimento para os alunos do Mestrado e professores na geração de trabalhos acadêmicos estão entre os principais benefícios que o instituto irá colher”.
Atualmente, tanto as empresas privadas quanto as governamentais vêm reconhecendo o poder da Informação Geográfica no retorno de investimentos quer sejam financeiros ou sociais. Prova disso é a crescente demanda por profissionais com conhecimento em GIS no Brasil, que já registram presença de 60% em empresas privadas e 40% em empresas estatais.
“A Imagem é um centro de referência em soluções e treinamento em inteligência geográfica e é um importante parceiro na busca pelos desafios de levar à sociedade (governo, universidades, ensino técnico, ensino fundamental) a importância da ciência, seja para um profissional já formado ou um estudante em formação”, declara o diretor executivo comercial do Itep, Ivan Dornellas.

Sobre o Itep
O Itep busca fomentar conhecimento a partir de pesquisa aplicada e desenvolvimento de recursos humanos qualificados em Ciência e Tecnologia. Dentro de suas preocupações estão a utilização do potencial máximo proveniente de tecnologias para estimular
a inovação e ampliar o quadro socioeconômico ambientalmente sustentável e melhoria na qualidade de vida. O Itep, uma associação civil de direito privado sem fins econômicos, qualificada como organização social, é um centro de referência regional na oferta de soluções tecnológicas para o setor produtivo, que visa à modernização e ao desenvolvimento sustentável de Pernambuco e da Região Nordeste.
Atua no atendimento às principais demandas dos setores econômicos estratégicos do Estado e do Nordeste, difundindo tecnologias e promovendo ações de empreendedorismo, extensionismo, inovação e capacitação tecnológica, contribuindo para melhoria da qualidade de vida da população. Sua atuação abrange as seguintes áreas: Segurança Alimentar - Química e Biotecnologia - Meio Ambiente - Biocombustíveis, Petróleo e Derivados – Meteorologia - Geotecnologia - Construção Civil e Geotecnia - Indústria de Base Tecnológica e Serviços - Ciência e Tecnologia de Materiais - Metrologia, Instrumentação e Automação - Normalização, Qualidade e Certificação - Tecnologia da Informação e Comunicação - Arranjos Produtivos – Energia - Comunicação e Cultura - Logística e Acesso a Mercados.

Sobre a Imagem
Fundada em 1986, a Imagem é líder do mercado de Sistemas de Informações Geográficas (GIS), com 25% de participação no setor. A empresa oferece um portfólio completo de Inteligência Geográfica que reúne plataforma GIS da Esri (empresa norte-americana líder no setor), conteúdo geográfico (base de mapas StreetBase da Imagem, que abrange todas as cidades brasileiras, além de serviços temáticos para apoio à tomada de decisões); e GIS aplicado ao negócio (consultoria e desenvolvimento de sistemas). A Imagem possui clientes de todos os setores: governo (municipal, estadual, federal), utilities (energia, óleo e gás, saneamento), meio ambiente, mineração, agricultura e floresta, transportes, telecomunicações, segurança pública e defesa. Sediada em São José dos Campos (SP), a Imagem possui escritórios regionais e uma ampla rede de parceiros no país. Mais informações em www.img.com.br.

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ONU reduz projeção para crescimento da AL em 2013



A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) da Organização das Nações Unidas (ONU) disse em um relatório divulgado nesta terça-feira, 23, que a economia da região deve crescer 3,5% este ano, uma projeção inferior à estimativa de 3,8% feita anteriormente. A revisão do número se deve a uma recuperação "menos dinâmica do que o esperado" de Brasil e Argentina.

Para o Brasil, a Cepal agora estima um crescimento de 3% este ano, abaixo dos 4% previstos anteriormente. No caso da Argentina a projeção é de expansão de 3,5%, ante 3,9% antes. "Esse crescimento maior em 2013 (na comparação com 2012) se deve à retomada na atividade agrícola e nos investimentos, que caíram nesses dois países em 2012", diz a instituição no relatório.

A Cepal afirma ainda que o crescimento na região também é impulsionado pela expansão do consumo, que é consequência da melhora no mercado de trabalho e do aumento no crédito bancário para o setor privado. "Isso se somou com os preços consistentemente mais altos das matérias-primas, que devem continuar elevados, apesar da queda em relação aos níveis de 2012".

Na análise do instituto, a crise na zona do euro continuará sendo um dos principais fatores de risco para a economia global este ano. "Em resumo, o cenário externo em 2013 continuará sendo caracterizado por um crescimento muito lento da zona do euro, com episódios de incerteza nos mercados financeiros globais devido à dificuldade para um acordo de combate à crise no bloco, o crescimento levemente maior nos EUA e no Japão, e a forte expansão da China", diz a Cepal. "Mais uma vez, os países emergentes vão liderar o crescimento global em 2013", acrescenta o estudo.

O Paraguai deve registrar o maior crescimento na região este ano, com expansão de 10%. Em seguida aparecem Panamá (+8%), Peru (+6%) e Haiti (+6%). A Colômbia deve registrar expansão de 4,5%, enquanto o PIB do Uruguai deve crescer 3,8%. Já o México vai se beneficiar da recuperação dos Estados Unidos e provavelmente terá alta de 3,5% na atividade econômica.

Fonte:

Por ÁLVARO CAMPOS, estadao.com.br

Imagem anuncia Thiws como nova parceria para comercialização do portfólio de Sistemas de Informações Geográficas


Acordo é válido para os Estados do Rio Grande do Norte e Ceará,
com foco no mercado de mineração


Imagemempresa líder no mercado de Sistemas de Informações Geográficas (GIS), anuncia a Thiws Geotecnologiacomo novo membro do seu Esri Partner Network (EPN), programa que reúne todas as empresas parceiras para a geração de negócios por meio da comercialização de soluções GIS da Esri.

O objetivo do acordo, válido para os Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, é aliar o portfólio de soluções de geotecnologia fornecidas pela Esri, empresa norte-americana líder mundial no setor de GIS e representada no Brasil com exclusividade pela Imagem, à expertise da Thiws Geotecnologia como integradora de soluções GIS com amplo conhecimento dos processos de negócios do setor de mineração, composto por empresas que exploram minério de ferro, manganês, níquel, cobre, potássio, incluindo minerais de terras raras e ouro.

“Dado o cenário atual do mercado de mineração, com uma busca intensa por eficiência produtiva, as demandas para uso da informação geográfica como parte dos processos de negócios vêm crescendo consideravelmente nos últimos anos neste segmento”, afirma Sergio Lima, Gerente da Imagem para o setor de Mineração, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Mineração e em pesquisas das principais empresas de mineração do Brasil e do Mundo.

Para a Thiws Geotecnologia, a parceria é considerada estratégica para conquistar novos clientes até o final do ano, ampliando os projetos focados nos processos de negócios de mineração, de modo a consolidá-la como uma fornecedora de serviços que otimiza a gestão corporativa e reduz custos operacionais das empresas.

“Especificamente no setor de mineração, trabalhar em conjunto com a Imagem significa oferecer o portfólio mais adequado para planejamento e operação das atividades minerais, pois a sua tecnologia acelera as etapas do processo produtivo e facilita as tomadas de decisão a partir de uma análise detalhada do subsolo e da superfície”, afirma Thiago Lima, CEO daThiws Geotecnologia, destacando que “a Thiws vai aumentar o valor agregado, segurança de informações e retorno sobre os investimentos para os clientes em comum com a Imagem”.

Além disso, a Imagem detecta a oportunidade de conquista de clientes nos segmentos de gestão pública e geomarketing, pois a Thiws também atua nestes setores. 

Colaboração:

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Cristine Bartchewsky, cristine.b@medialink.com.br

Divulgado estudo de viabilidade para satélites meteorológicos


Eventos hidrológicos extremos, como cheias e estiagens, e seus impactos são apenas alguns dos motivos que fizeram com que a Agência Nacional de Águas (ANA) procurasse a Agência Espacial Brasileira (AEB) para desenvolver, em parceria, um sistema de satélites com a missão de coletar dados hidrometeorológicos. Recentemente, as duas instituições assinaram memorando de entendimento e formaram um Grupo de Trabalho (GT), com representantes da AEB, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da ANA.
Como resultado, o GT publicou o “Estudo de análise de viabilidade e alternativas de configuração de microssatélites para contribuir na missão ANA em sua coleta de dados hidrometeorológicos”. O documento expressa as alternativas de configuração para a missão que atendam a realidade atual e busquem a otimização da infraestrutura já instalada no Brasil e gerenciada pela ANA, também visando a economicidade dos recursos públicos. A ideia é que as instituições possam desenvolver uma constelação de pequenos satélites para aperfeiçoar o sistema brasileiro de monitoramento de águas.
“O uso de sistemas espaciais é imprescindível para coletar dados em áreas geográficas em que se têm dificuldades ou restrições de acesso. Com o uso de satélites, pode-se avaliar, com rapidez e razoável precisão, eventos dependentes das mudanças meteorológicas relativas à variação do tempo, especificando-se com precisão sua localização geográfica”, explica o presidente da AEB, José Raimundo Coelho.
Conclusões
O Grupo de Trabalho concluiu que os satélites para o novo sistema devem ser um aperfeiçoamento do SCD-1 e SCD-2, satélites atualmente utilizados. Além de modernizados, deverão contar com novos subsistemas para possibilitar correções de atitude e órbita.
De fato, os novos satélites para coleta de dados devem possuir um subsistema de propulsão, de forma a garantir manobras de mudança de fase nas órbitas, conforme requerido pelas alternativas de solução. Também deverão contar com um subsistema de controle de atitude em três eixos, necessário para o correto apontamento dos satélites. No mais, os satélites contarão com subsistemas semelhantes aos presentes no SCD-2, capazes de atender às funções básicas de sobrevivência e aos requisitos da missão.
Ao contrário do que tem sido a regra para os satélites desenvolvidos até o momento pelo Brasil, por tratar-se de uma possível constelação de vários satélites, seu desenvolvimento e produção permitirão ganhos de escala industrial, com o consequente barateamento do valor unitário de cada satélite.
O novo sistema também fará pleno uso da infraestrutura de solo já existente para controle, recepção e armazenamento de dados, mas imporá aos técnicos e organizações envolvidas um novo desafio, que será o de gerir uma constelação de satélites, o que nunca foi feito antes no Brasil.
Artigo assinado por Wilson Yamaguti e Aurea Aparecida da Silva, do Inpe, resume o estudo de análise de viabilidade e alternativas de configuração de microssatélites para contribuir na missão da ANA em sua coleta de dados hidrometeorológicos, com a cooperação gerencial e técnica da AEB e do Inpe.

Fonte:
MundoGeo

Embrapa lança publicação online sobre geotecnologias livres


Embrapa Milho e Sorgo, instituição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, “Servidores de Mapas: programação para disponibilizar dados multidisciplinares utilizando tecnologias livres”.
anuncia o lançamento do livro
Disponível online, a publicação apresenta procedimentos para o desenvolvimento de um servidor de mapas para disponibilização de bases cartográficas digitais na Internet de forma interativa e dinâmica, utilizando software livres, considerando as plataformas Windows e Linux, possibilitando a integração espacial de informações geográficas multidisciplinares provenientes de diferentes fontes.
Segundo o documento, a crescente utilização de geotecnologias tem possibilitado a produção de bases cartográficas que reúnem grande diversidade de informações geográficas multidisciplinares. Contudo, a publicação ou disponibilização dessas informações para a sociedade em geral ainda é deficiente.
Os servidores de mapas dinâmicos podem integrar tanto informações geográficas representadas por mapas temáticos (decorrentes de modelos abstratos e simplificados da superfície terrestre), quanto por imagens de satélite, fotografias aéreas ortorretificadas, e modelos 3D ou de realidade virtual georreferenciados.
Acesse aqui o livro da Embrapa sobre geotecnologias livres, disponível em formato PDF.

Fonte:
MundoGeo

Disponível novo informativo sobre IDE na América Latina


Se encontra disponível o informativo de março de 2013 sobreInfraestruturas de Dados Espaciais (IDE) na América Latina e Caribe, em português, espanhol e inglês. Para baixar a versão em português, clique aqui.
Auxiliando o acesso gratuito à informação sobre IDE aos usuários, aAssociação para a Infraestrutura Global de Dados Espaciais (GSDI)tem disponibilizado boletins sobre IDE na África, América Latina e Caribe (IDE-LAC), e Ásia e Pacífico (IDE-AP).
O boletim IDE-LAC se concentra em aspectos das IDEs e dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), sensoriamento remoto e administração de dados na América Latina e Caribe relacionados com IDE. Busca criar consciência, prover informação útil para o fortalecimento de iniciativas nacionais de IDE e apoiar a sincronização de esforços regionais.
O Instituto Panamericano de Geografia e História (IPGH), entidade membro da GSDI, e o Comitê Permanente para a Infraestrutura de Dados Espaciais das Américas (CP-IDEA) promovem o desenvolvimento de IDE na região. O boletim é preparado pelo IPGH para a GSDI.
SDI-LAC em português
A versão em português do boletim IDE-LAC teve sua primeira publicação entre novembro de 2007 e fevereiro de 2009, e desde agosto de 2011 está sendo novamente publicada, graças a um grupo de voluntários localizados em vários estados do Brasil, nos Estados Unidos e Canadá.
Destaques: Neste número do IDE-LAC o segmento de IDEs Globais e Regionais compreende notas sobre o Plano de Ação Conjunto 2013-2015 para desenvolver as IDEs das Américas; a Convocatória de Casos de Estudo da UN-GGIM; o Wokshop de Futuros Produtos GEOSS; Earth Networks proverá alertas de clima severo para o Haiti; O canto do ILAF OGC; o Landsat 8 lançado com êxito; e o Workshop de Sensoriamento Remoto para observar mudanças globais da Antártica. A seção IGS inclui comentários sobre a renovação para a associação do IGS; e o sucesso de aceitação da publicação da IGS 120 Tesis. A divisão de IDEs Nacionais informa sobre o Seminário da IDE-EPB em Cochabamba, Bolívia; a IDE dos Ríos de Chile; a vinculação da Governança do Putumayo à ICDE, Colômbia; e a primeira capacitação comunicada pela IPDE em SIG, Panamá.
Os Artigos e Publicações incluem comentários sobre uma entrevista de Santiago Borrero em GIM Internacional; o documento de melhores práticas “Anotações semânticas nos padrões da OGC”; o Catálogo mexicano de termos genéricos do relevo submarino; uma publicação sobre adaptação à mudança climática em Granada; e o valor econômico dos dados de observação da Terra. As Pesquisas e Aplicações Geoespaciais destacam a Mapoteca Digital da Biblioteca Nacional da Colômbia; o último Mapa Global de Áreas de Risco; a recente atualização dos serviços de mapas de ArcGIS World; e a Plataforma de Conhecimento para o Desenvolvimento Sustentável: Biodiversidade e Ecosistemas. A seção de Oportunidades de Capacitação e Financiamento contém anúncios internacionais, entre eles, a Convocatória para Projetos Panamericanos de Cooperação Técnica 2014; e o workshop de Cartografia Web para IDEs Nacionais na Bélgica. Finalmente, na última partição relacionam-se Eventos nas Américas.

Fonte:
MundoGeo

Embrapa apresenta sistema de análise espacial de carne bovina


Embrapa Gestão Territorial esteve presente na oitava edição da Dinâmica Agropecuária – Dinapec (Campo Grande-MS), que acontece nos dias 13, 14 e 15 deste mês de março. A Unidade está inserida entre as mais de 40 opções de dinâmicas para visitação que o evento, que tem como proposta a apresentação de tecnologias sustentáveis aplicadas ao agronegócio brasileiro e ao mundo tropical, oferece.
O sistema
A Embrapa Gestão Territorial apresentará o Sistema de Análise Espacial para a Tomada de Decisão Estratégica da Cadeia da Carne Bovina (SAEBov),  um sistema em desenvolvimento que tem como proposta analisar a distribuição e a evolução do rebanho bovino de corte no Brasil e suas relações com os componentes da cadeia produtiva de carne bovina. A intenção é apresentar a concepção do sistema ao setor agropecuário, prospectar novas sugestões dos especialistas e promover sua validação junto ao mercado consumidor.
O uso do território brasileiro para fins agropecuários é alterado por diversas tendências temporais, tais como a diversificação, expansão, concentração e substituição da atividade. Alguns fatores que influenciam a dinâmica da agropecuária no espaço geográfico são apresentados no SAEBov: rebanho de bovinos (dados históricos em nº de cabeças) por município; localização dos frigoríficos cadastrados no Sistema de Inspeção Federal (SIF); infraestrutura de transportes e investimentos previstos.
O SAEBov possibilitará a relação, por exemplo, dos municípios maiores produtores de bovinos com as principais rotas e investimentos previstos em transporte. Será possível visualizar, ainda, onde estão e de que tipo são os frigoríficos registrados no Ministério da Agricultura.

Sirgas lança serviço que disponibiliza dados GNSS em tempo real


Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (Sirgas) anuncia o lançamento do projeto “Sirgas Tempo Real” e de um serviço cujo objetivo é publicar dados GNSS em tempo real usando o protocolo NTRI.
Os usuários interessados em acessar os dados podem fazê-lo gratuitamente, depois de completar um formulário de inscrição, aceitar os termos de uso e receber um nome e uma senha que permitirá o acesso aos dados de interesse.
Por enquanto, os dados são publicados em tempo real de algumas estações permanentes da região, bem como de efemérides e correções, permitindo o desenvolvimento de projetos de posicionamento relativo ou posicionamento por ponto preciso (PPP), ambos em tempo real.
O projeto Sirgas convida então admnistradores de estações GNSS de operação contínua, assim também como os responsáveis por Centros Nacionais de Dados Sirgas a inscreverem suas estações neste serviço. A implementação deste serviço experimental preenche um dos objetivos da Resolução Sirgas nº 2, de 31 de outubro de 2012, sobre a infraestrutura para transmissão de dados e serviços GNSS em tempo real.
Fonte:

Publicações de Informações Geográficas através do Software Excel


Por Marcos Pelegrina & Jorge campelo
O uso de planilhas eletrônicas é muito comum em várias atividades relacionadas ao campo de atuação do Profissional Geógrafo como:topografia, demografia, geoestatística, modelos matemáticos da Geografia Física e tantos outros.
A ferramenta MapCite para Excel®™, foi desenvolvida para os usuários que necessitam espacializar seus dados e informações de forma simples é rápida.Neste post é apresentado um exemplo do uso de Planilhas Eletrônicas, para visualização de informações e dados georreferenciados.
No link abaixo é possível realizar download da versão gratuita da ferramenta.
Fonte:
MundoGeo

Anadep e Ipea lançam mapa da defensoria pública no Brasil


Na próxima quarta-feira (13/3), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançará, em parceria com a Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), o Mapa da Defensoria Pública no Brasil. O evento será realizado no auditório principal do prédio do Instituto, em Brasília (SBS, Quadra 01, bloco J. Edifício BNDES), a partir das 14h.
Serão apresentados os principais dados da Defensoria Pública em todos os estados brasileiros, retratando a atuação territorial e identificando as comarcas atendidas e não atendidas pelos defensores públicos. Participarão do painel de lançamento, o presidente da Anadep, André Castro; o secretário Nacional de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Flávio Caetano; o diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia do Ipea, Daniel Cerqueira; o técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto, Fábio de Sá e Silva; além das técnicas responsáveis pela pesquisa, Rosier Custódio e Tatiana Moura.
O estudo foi baseado em dados coletados pela Associação e Defensorias Públicas Gerais, no período de setembro de 2012 a fevereiro de 2013. Ao todo, o Mapa analisa vários aspectos da atuação dos defensores públicos, como a atribuição itinerante, a atuação em segunda instância e tribunais superiores; áreas: cível; família e sucessões; fazenda pública; infância e juventude; violência doméstica e familiar contra mulher (atuação pela vítima); criminal; execução penal, entre outras atuações especializadas.
A pesquisa também promove a comparação do quadro da Defensoria Pública com o número de comarcas, órgãos judiciais e população potencialmente destinatária de seus serviços, bem como retrata o déficit latente de defensores públicos em relação a número de juízes e promotores de justiça.
O Mapa terá uma versão impressa e também ficará disponível em um hotsite, que será linkado ao Ipea Mapas, ferramenta dinâmica que permite ao usuário, dentro da própria pesquisa, cruzar dados como infraestrutura, assistência social, saúde, educação, bancos públicos, cultura e outros dados geográficos do Brasil, enriquecendo ainda mais a análise do estudo.
Fonte: 
Ipea
MundoGeo

IBGE disponibiliza novos mapas de cobertura e uso da terra


Já estão disponíveis, no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os Mapas da Cobertura e Uso da Terra dos Estados do Rio Grande do Sul e do Amazonas, em escala 1:250.000, além do Mapa Mural de Uso da Terra do Brasil, na escala 1:5.000.000.
Os mapas estaduais, que resultaram da interpretação de imagens de satélite, com o apoio de trabalho de campo e de documentos de referência, apresentam ampla gama de classificação; o mapa do Brasil, de características predominantemente agropecuárias, possibilita um retrato mais abrangente do censo agropecuário de 1996 e oferece ao usuário a oportunidade de comparar tipologias de uso com produtos mais recentes.
Mais detalhamento no RS
novo mapa do Rio Grande do Sul foi organizado para carga em banco de dados e apresenta informações detalhadas em formato shape, que incluem os produtos mais representativos de cada classe de mapeamento. As classes foram estruturadas através de um sistema de classificação multinível, que enfatiza o sensoriamento remoto como primeira fonte de informação, complementada com trabalhos de campo, entrevistas e dados estatísticos, além da literatura disponível.
Na delimitação das unidades de mapeamento, levou-se em conta a diversidade existente dentro das unidades consideradas homogêneas, motivo da adoção de padrões de uso da terra para representação dos fenômenos identificados. O sistema de classificação adotado prevê cinco grandes categorias de Cobertura e Uso da Terra: Áreas Antrópicas não Agrícolas, Áreas Antrópicas Agrícolas, Áreas de Vegetação Natural, Água e Outras Áreas. As unidades de mapeamento foram identificadas em diferentes classes dessas categorias e descritas em seus aspectos e características relacionadas ao estado.
Produtos de divulgação resultantes do mesmo estudo já se encontram disponíveis na página do IBGE em escala 1:1 000 000 e 1:100 000 para atender às necessidades dos diferentes usuários.
Mapa do Amazonas resultou de 76 imagens de satélite
novo mapeamento do Amazonas, com detalhamento superior ao do produto divulgado em dezembro do ano passado, na escala 1:1.800.000, também faz parte do levantamento e classificação de Uso da Terra de todo o território brasileiro. O mapa foi elaborado a partir da interpretação de 76 imagens do satélite Landsat–TM-5, relativas ao período 2010-12, somada à aplicação de questionários e agregada a informações tais como vetores das áreas especiais de exploração mineral e outros documentos.
As imagens foram registradas e interpretadas em ambiente Spring e ajustadas à base cartográfica disponível no banco de dados de informações ambientais da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais – CREN. Para a classificação utilizou-se o Sistema de Classificação de Uso da Terra – SCUT. Os procedimentos operacionais passaram por segmentação e classificação supervisionada com exaustivo trabalho de edição matricial, apoiada na adição de informações vetoriais e textuais.
Os resultados são apresentados em formato shape.
Mapa mural de uso da terra do Brasil
mapa de Uso da Terra do Brasil, escala 1:5 000 000, foi construído a partir das informações coletadas nos setores censitários do Censo Agropecuário de 1996. A ideia de formatar esses dados sob a mesma classificação dada ao mapa mural de 2006 se deu pelo interesse em comparar a evolução da utilização nos estabelecimentos agropecuários, no período.
Este produto foi elaborado através de expressões lógicas em seu procedimento metodológico, o que permitiu classificar os usos pela sua predominância, estabelecendo-se os patamares de 50%, 50-25%, 25-10% e menor que 10% de utilização nos estabelecimentos agropecuários, hierarquizados em duas categorias: simples e composta (neste caso, os usos no setor censitário são formados por mais de uma classe). As classes reunidas abaixo do patamar de 50% foram subdivididas em três estratos (infere-se que aqueles com menos de 10% de ocupação nos estabelecimentos estejam preservados com suas coberturas vegetais primárias).
Os resultados são apresentados em formato shape e pdf.

Fonte:
MundoGeo